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sábado, 29 de outubro de 2016

Boas notícias para os trabalhadores independentes?

O próximo ano poderá trazer três grandes alterações aos recibos verdes, todas elas referentes às contribuições para a Segurança Social. Apesar de já terem sido divulgadas, estas medidas ainda carecem de caráter definitivo. Mas vale a pena ter em conta as mudanças que poderão surgir em 2017.

3 NOVIDADES SOBRE RECIBOS VERDES PARA 2017


"Aquilo que ficou estabilizado na sequência do diálogo das negociações que houve [entre BE e Governo], nomeadamente no grupo de trabalho e já em período de negociação do Orçamento, são basicamente três [pontos]: o primeiro é que o cálculo das contribuições tem de tomar como referência o rendimento realmente auferido pelas pessoas. O segundo é que a contribuição deve passar a resultar da aplicação de uma taxa sobre aquilo que as pessoas ganham em cada período. Em terceiro é que deve haver uma continuidade da carreira contributiva", referiu José Soeiro, deputado do BE.
 

CONTRIBUIÇÕES TÊM EM CONTA A MÉDIA MENSAL


Esta é talvez a maior das alterações aos recibos verdes para 2017. As contribuições para a Segurança Social passam a ter como base a média mensal imediatamente anterior, até ao máximo de três meses e não o rendimento total recebido no último ano, como acontece atualmente. O objetivo da medida passa por diminuir a discrepância entre os rendimentos efetivamente recebidos e as contribuições a pagar.


FIM DOS ESCALÕES DE CONTRIBUIÇÃO


Nas alterações aos recibos verdes para 2017 está previsto também o fim dos atuais 11 escalões de contribuição. Ou seja, a contribuição à Segurança Social passará a resultar da aplicação de uma taxa sobre aquilo que os trabalhadores independentes ganham em cada período.
 

CONTINUIDADE DA CARREIRA CONTRIBUTIVA


Mesmo que não recebam em alguns meses, os trabalhadores independentes poderão fazer um pagamento mínimo à Segurança Social - até ao máximo de 20 euros - e assim manter a carreira contributiva, sem fechar a atividade nas Finanças.

"O que nós queremos é que haja um mecanismo que assegure a continuidade da carreira contributiva mesmo quando as pessoas não estão a ganhar e que os trabalhadores devem poder manter-se no sistema nos meses em que não ganham nada por via de um pagamento simbólico, que é depois descontado do que as pessoas pagam quando têm rendimentos", concretizou José Soeiro.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Pleonasmos


Quase todos os portugueses sofrem de pleonasmite, uma doença congénita para a qual não se conhecem, nem vacinas nem antibióticos. Não tem cura mas também não mata. Mas, quando não é controlada, chateia (e bastante) quem convive com o paciente.

O sintoma desta doença é a verbalização de pleonasmos (ou redundâncias) que, com o objectivo de reforçar uma ideia, acabam por lhe conferir um sentido quase sempre patético.

Definição confusa? Aqui vão quatro exemplos óbvios “Subir para cima”, “descer para baixo”, “entrar para dentro”  e  “sair para fora”.

Já se reconhece como paciente de pleonasmite? Ou ainda está em fase de negação? Olhe que há muita gente que leva uma vida a pleonasmar sem se aperceber que pleonasma a toda a hora.

Vai dizer-me que nunca “recordou o passado”? Ou que nunca está atento aos “pequenos detalhes”? E que nunca partiu uma laranja em “metades iguais”? Ou que nunca deu os “sentidos pêsames” à “viúva do falecido”?

Atenção que o que estou a dizer não é apenas a minha “opinião pessoal”.
Baseio-me em  “factos reais” para lhe dar este “aviso prévio” de que esta “doença má” atinge “todos sem excepção”.

O contágio da pleonasmite ocorre em qualquer lado. Na rua, há lojas, que o aliciam com “ofertas gratuitas”.
E agências de viagens que anunciam férias em “cidades do mundo”. No local de trabalho, o seu chefe pede-lhe um “acabamento final” naquele projecto. Tudo para evitar“surpresas inesperadas” por parte do cliente.
E quando tem uma discussão mais acesa com a sua
cara-metade, diga lá que às vezes não tem vontade de “gritar alto”: "Cala a boca!”?
O que vale é que depois fazem as pazes e vão ao cinema ver aquele filme que “estreia pela primeira vez” em Portugal.

E se pensa que, por estar fechado em casa ficará a salvo da pleonasmite, tenho más notícias para si. Porque a televisão é, de“certeza absoluta”, a “principal protagonista” da propagação deste vírus.

Logo à noite, experimente ligar o telejornal e “verá com os seus próprios olhos” a pleonasmite em directo no pequeno ecrã. Um jornalista vai dizer que a floresta “arde em chamas”. Um treinador de futebol queixar-se-á dos “elos de ligação” entre a defesa e o ataque. Um “governante” dirá que gere bem o “erário público”. Um ministro anunciará o reforço das “relações bilaterais entre dois países”. E um qualquer “político da nação” vai pedir um “consenso geral” para sairmos juntos desta crise.
E por falar em crise! Quer apostar que a próxima manifestação vai juntar uma “multidão de pessoas”?
Ao contrário de outras doenças, a pleonasmite não causa “dores desconfortáveis” nem “hemorragias de sangue”.
E por isso podemos “viver a vida” com um “sorriso nos lábios”. Porque alguém a pleonasmar, está nas suas sete quintas. Ou, em termos mais técnicos, no seu “habitat natural”.
Mas como lhe disse no início, o descontrolo da pleonasmite pode ser chato para os que o rodeiam, e nocivo para a sua reputação. Os outros podem vê-lo como um redundante que só diz banalidades. Por isso, tente cortar aqui e ali um e outro pleonasmo. Vai ver que não custa nada.
E “já agora” siga o meu conselho: não “adie para depois” e comece ainda hoje a “encarar de frente” a pleonasmite!
Ou então esqueça este texto. Porque afinal de contas eu posso estar só “maluco da cabeça”.

Escravidão atual que fingimos não ver

Facilmente caímos na tentação de pensar que a nossa liberdade e direitos são coisa garantida, esquecendo que há pessoas para quem isso não passa de um sonho. Lisa Kristine pôs o dedo na ferida de forma extraordinária: documentando a escravidão moderna, aquela que fingimos não saber que existe.















quarta-feira, 26 de outubro de 2016

A afegã de olhos verdes foi presa no Paquistão

O antes e depois de Sharbat Gula: à esquerda, a foto de Shabat enquanto jovem, que foi capa da National Geographic; à direita, Shabat 17 anos depois STEVE MCCURRY

Sharbat Gula foi detida no Paquistão por posse de documentos de identificação falsos. O nome será conhecido por poucos, mas esta mulher afegã era a jovem de enormes olhos verdes que, em 1984, fez capa da revista National Geographic e que se tornou, por via desta, um dos símbolos do povo do Afeganistão na altura em que o país se encontrava sob ocupação soviética.


Ficou conhecida mundialmente por uma foto da National Geographic.
O tempo passou e, depois de 17 anos de pesquisas, o fotógrafo americano autor da capa de 1984, Steve McCurry, voltou a encontrar Sharbat Gula em 2002, numa aldeia isolada do Afeganistão. Estava casada com um padeiro e tinha três filhos.Agora, a notícia da sua detenção no Paquistão veio mostrar também que Sharbat seguiu o caminho de centenas de milhares de compatriotas, procurando refúgio no Paquistão, que faz fronteira com o Afeganistão, e onde estão oficialmente registados 1,4 milhões de refugiados afegãos.

No ano passado as autoridades paquistanesas acusaram-na de possuir documentação falsa. Agora a sua detenção foi confirmada à AFP por um responsável da autoridade nacional de registos civis.
Em caso de condenação arrisca-se a uma pena de sete a 14 anos de prisão e a uma multa que pode ir de três mil a cinco mil dólares (2757 a 4595 dólares). 


Durante 18 anos não passou uma semana em que Steve McCurry não tenha recebido uma carta a pedir informações sobre a jovem afegã que fotografou, em 1983, na fronteira do Afeganistão com o Paquistão. O fotógrafo da agência Magnum trabalhava, na altura, numa história sobre os milhões de refugiados que deixaram o Afeganistão durante a invasão soviética. Depois de fotografar aquela rapariga de cerca de 12 anos, olhos verdes enormes e assustados, o campo de refugiados onde ela estava foi evacuado.

A foto foi publicada dois anos mais tarde, em 1985, na capa da revista "National Geographic" e tornou-se rapidamente a foto mais famosa da revista. Um ícone que, como recordava o fotógrafo antes de a reencontrar, "foi usada em tapetes e tatuagens, tornando-se uma das fotos mais reproduzidas do mundo". 

sábado, 22 de outubro de 2016

Fazer uma reflexão...

Fazer uma reflexão... 
 “Um nojo que cresce, e a vida como se nada fosse.
Uma bola no estômago em forma de raiva, e vergonha, e tudo.
Ricardo Salgado vê a sua caução ser reduzida para metade pelo Tribunal Central de Instrução Criminal.
Dos antes 3 milhões, terá que pagar apenas um milhão e meio para limpar a sua vida que não tem por onde ficar mais suja.
Na mesma semana, como nos filmes maus, fica a saber que a sua reforma vai triplicar para um valor de 90.000€.
Isto num país que tem de encontrar moedas entre as almofadas do sofá para pagar o dia de amanhã”, escreveu o humorista na sua página de Facebook.

“E a vida segue, e o sol nasce, e nada acontece.
A impunidade a qualquer preço num país que não merece ser pontapeado desta maneira.
A mer** que passa e acena a quem fica. O nojo que cresce.
A Mer** por todo o lado, e mais mer**.
Merecíamos melhor.
Merecíamos que a corrupção fosse punida por quem tem a responsabilidade jurídica e moral para o fazer.
O país a ser defendido por nada.
O que nos protege é um antibiótico que mata.
Vítimas do BES com vidas destruídas por alguém que agora sai premiado.
Mereciam melhor. É um país ao contrário, que já perdeu os sapatos, calça meias de cores diferentes e nada acontece.
Amanhã tudo segue como ontem.
Nada acontece a quem compra a liberdade nas traseiras de tudo.
Assim é difícil acordar todos os dias. Assim é difícil não querer chamas e fogo e gritos.
Feitas as contas, assim é difícil encontrar Portugal”, sublinha Bruno Nogueira.


Este texto merece e deve ser partilhado por toda a gente… o futuro deste país está comprometido pela indiferença de todos nós! Faz a tua a partilha a pensar nos teus pais, filhos, avós e permite que mais pessoas possam refletir e se sentirem enojados com o que se está a passar no nosso país!
CONVÉM QUE O POVO NÃO PERCEBA O SISTEMA BANCÁRIO E MONETÁRIO, POIS SE PERCEBESSE ACREDITO QUE HAVERIA UMA REVOLUÇÃO ANTES DE AMANHÃ DE MANHÃ.
HENRY FORD      1922 

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Alepo de ontem e de hoje...

Alepo é uma cidade no norte da Síria, sendo a maior cidade do país, capital da província homônima.Wikipédia
  • População:
      2,302 milhões (2005)
  • Número De Aerportos:
      1
  • Área:
      190 km²

    • Alepo (em árabe: حلب, transl. ˈħalab; em turco Halep) é uma cidade no norte da Síria, sendo a maior cidade do país, capital da província homônima. A província se estende em torno da cidade, cobrindo uma área de 18 482 quilômetros quadrados, e abrangendo uma população de mais de 5 315 000 habitantes (estimativa de 2008),[1] o que faz dele a maior província da Síria em termos de população. Alepo é uma das cidades mais antigas do mundo, tendo sido habitada desde oséculo XI a.C., o que é evidenciado pelos edifícios residenciais descobertos em Tell Qaramel.[2] Ocupa uma posição comercial estratégica entre o mar Mediterrâneo e o rio Eufrates, e foi construída inicialmente sobre um pequeno grupo de morros que cerca um monte onde o castelo da cidade foi construído.[3] O pequeno rio Quwēq (قويق) cruza a cidade.

      Por séculos Alepo foi a maior cidade da Grande Síria, e a terceira do Império Otomano, depois apenas de Constantinopla e do Cairo. Embora esteja relativamente perto de Damasco em termos de distância, Alepo é diferente em sua identidade,arquitetura e cultura, todas marcadas por um contexto histórico-geográfico distinto.













GUERRA CIVIL














quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Momento do assassinato do Juiz Vicente Bermúdez Zacarias - Imagens fortes.

Câmaras de seguridade captaram o momento em que um sujeito se aproxima do juiz federal numa estrada de Metepec estado do México.

Quem era este Juiz?

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

JOSÉ SÓCRATES TERÁ GASTO 9,2 MILHÕES DAS CONTAS DO AMIGO

José Sócrates terá gasto 9,2 milhões de euros das contas do amigo Carlos Santos Silva. É o que constará do processo de acusação do Ministério Público que discrimina os valores e onde o ex-primeiro-ministro os gastou.

CASO JOSÉ SÓCRATES


Os números apresentados pelo Ministério Público são divulgados pelo Diário de Notícias, que os enuncia desta forma:
  • 3,5 milhões num apartamento em Paris (aquisição e obras) mais as rendas perdoadas;
  • 2,6 milhões num negócio de direitos de televisão do campeonato espanhol;
  • 712 mil para a compra de três apartamentos à mãe;
  • 1,2 milhões para a ex-mulher, Sofia Fava;
  • 670 mil em entregas de numerário;
  • 170 mil para promover o livro A Confiança no Mundo;
  • 200 mil em viagens;
  • outras despesas de 87 mil euros para o motorista João Perna;
  • 92 mil para Sandra Santos”.
No total, de acordo com as contas do Ministério Público divulgadas pelo Diário de Notícias, José Sócrates terá gasto, desde 2008, 9,2 milhões de euros provenientes das contas de Carlos Santos Silva.
Valores exorbitantes que levaram os juízes do Tribunal da Relação de Lisboa que mantiveram José Sócrates em prisão  preventiva a constatar o “milagre de altruísmo” do amigo do ex-primeiro-ministro.
Somando tudo isto, a conclusão do procurador Rosário Teixeira é que o “acervo financeiro de 23 milhões de euros,  formalmente detido por Santos Silva, era, de facto, de José Sócrates”, salienta o Diário de Notícias.
Para comprovar esta ideia, o Ministério Público alega a “aparente facilidade com que José Sócrates punha e dispunha do dinheiro“.
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